Este artigo pretende contribuir com um tema que me parece pouco abordado na literatura de Análise de Negócios, mas de profunda relevência para os praticantes desta disciplina: Virtudes.

O Guia BABOK do Corpo de Conhecimento de Análise de Negócios lista as atividades, técnicas e competências geralmente utilizadas e reconhecidas pelos seus praticantes. Nada discorre, contudo, sobre virtudes. Uma atividade (ou tarefa) é o que se faz. Uma técnica é como se faz. Uma competência pode ser um conhecimento, habilidade ou comportamento necessário para se executar uma atividade ou usar uma técnica. Ou seja, o guia é pragmático, fundamentalmente focado na prática da AN.

Virtudes pertencem a outra esfera. Estão menos ligadas à disciplina da Administração e mais associadas à Filosofia. Menos práticas e mais conceituais. Reflexivas. Intangíveis.

Um amigo uma vez me definiu a Filosofia como “a ciência tal, que sem a qual, tudo seria tal igual”. Confesso que achei a definição bastante divertida, e totalmente aderente a falta de utilidade prática desta ciência que, a princípio, parece trazer mais confusão do que esclarecimento. Mas será? Será que a humanidade seria a mesma sem as contribuições de Platão, Sócrates, Epícuro, Descartes, Voltaire, Spinoza, São Tomás de Aquino... só para citar alguns? Penso que não. A mim parece que as questões filosóficas como a Moral ou a Ética direcionam nossas decisões, motivações, posturas perante os outros e perante as situações vivenciadas. Estas questões, por fim, direcionam indiretamente todas as nossas ações. São portanto, nossa essência.

Deste modo vejo grande relevância em discutir as virtudes da Análise de Negócios. Elas são de fato a essência do que trata esta disciplina. Buscando aprendê-las ou ao menos imitá-las, poderemos saber o que devemos ser, fazer ou de que modo agir para sermos considerados analistas de negócios “virtuosos”.

Mas o que é uma virtude?

VirtudeVirtude é poder. Mas não um poder qualquer ou genérico como “A Força” da qual falava o Mestre Yoda de Guerra nas Estrelas. Virtude é um poder específico. A virtude de alguma coisa é o que constitui o seu valor para quem dela necessita. Por exemplo, a boa faca (ou a faca virtuosa) é a que corta bem, o bom remédio é o que cura bem e o bom veneno é o que mata bem.

Aqui se encontra a dificuldade de se discutir virtude do ponto de vista filosófico: O que é um homem virtuoso? Ou em outras palavras, em que constitui o seu valor? Para responder esta questão é preciso antes refletir sobre uma questão anterior: Para que serve um ser humano? A faca, o remédio e o veneno tem objetivos claros e bem definidos, mas seres humanos nascem sem rótulo ou objetivo específico. A filosofia deverá responder a esta questão indicando que o homem virtuoso é o homem “bom” ou, aquele que faz o “bem” de acordo com princípios morais. Definindo e explicando o que são as virtudes, podemos inverter a ordem destas questões existenciais e indicamos o caminho para que alguém possa se tornar um homem bom: “Quais são as virtudes que nos tornam bons?”

Do mesmo modo, proponho aqui o exercício de listar as virtudes da Análise de Negócios para que seja possível estabelecer o que é um “bom analista de negócios” e, deste modo, esclarecer a essência desta disciplina. Para este trabalho me baseio no livro “Pequeno Tratado das Grandes Virtudes” de André Comte-Sponville. Certamente, minha lista não irá esgotar o assunto ou listar todas as virtudes que um profissional deve desenvolver em sua carreira. As virtudes que escolhi foram as 5 que me pareceram as mais relevantes ou essenciais: humildade, simplicidade, boa-fé, prudência e compaixão.

As 5 virtudes essenciais da Análise de Negócios

1.     A humildade

Humildade não é pobreza ou baixeza. Ser humilde não é ser modesto, ser pouco, contentar-se com pouco ou diminuir-se. A humildade está relacionada a reconhecer-se assim como se é: limitado. Saber-se humano, não divino. Conhecedor de alguns fatos e não dono da verdade. “Quanto mais sei, mais sei que nada sei”, dizia Sócrates com a humildade de um gênio.

Apresento esta como a primeira virtude essencial da Análise de Negócios pois, ela relativiza toda certeza e exclui qualquer possibilidade de anteciparmos soluções antes de entender claramente as necessidades e pontos de vista de todas as partes interessadas.

O analista de negócios atua como elo entre diversos pontos de vista em busca de um consenso. Não é o seu ponto de vista pessoal que deve prevalecer, mas o que agrega maior valor às principais partes interessadas. Entender seu papel nesta busca exige grande humildade. É preciso reconhecer sua limitação e atuar como facilitador do sucesso dos outros, com os outros e para os outros. Não o seu sucesso pessoal. Desta forma, a Análise de Negócios será bem sucedida.

2.     A simplicidade

À humildade, às vezes falta simplicidade. Julgar-se, avaliar diferentes e múltiplos pontos de vista, considerar opiniões, desejos, incertezas e buscar analisar tudo isso para daí tirar um resultado consensual não é tarefa simples. É muito arriscado perder-se numa infinidade de descrições e conceitos. Por isso as virtudes são necessárias e se complementam.

Ao simples basta o real. O real é o que é. “A rosa não tem porque, floresce porque floresce, não se preocupa consigo, não deseja ser vista...”, contudo, se quisermos descrever uma rosa podemos nos perder numa complexidade infinita. Quão complexo é uma rosa! Para a simplicidade, contudo, basta admirar sua beleza. A inteligência é a arte de reduzir o mais complexo ao mais simples, não o inverso.

Esta inteligência da simplicidade é essencial à Análise de Negócios. Sem menosprezar a complexidade do mundo real, decompor uma realidade complexa em modelos simples e de fácil entendimento é a arte da análise que permite a tomada de decisão consciente.

3.     A prudência

Uma das 4 virtudes cardeais da antiguidade e da idade média (juntamente com a coragem, a temperança e a justiça), a prudência é a virtude de deliberar corretamente sobre o que é bom ou mal e agir em consequência disso. Pode também ser chamada de “bom senso” ou até mesmo de “inteligência”.

Se a humildade e a simplicidade podem, em algumas situações, colocar-nos em cheque quanto ao caminho a seguir, a prudência é que deve direcionar. Sem prudência, as outras virtudes são cegas e não saberiam como agir.

Mais do que uma ciência, a prudência é uma virtude que aconselha quando a ciência não tem respostas. Mais do que a simples fuga de todos os perigos – o que poderia causar a paralisia – a prudência pode, em alguns casos, nos orientar ao combate, a um risco imediato, para evitar um risco maior no futuro ou para conquistar um objetivo maior. Prudência decide as ações de hoje com base na previsão do futuro com o intuito de influenciá-lo.

A análise de negócios carece da prudência para avaliar diferentes alternativas de solução de problemas considerando seus diferentes custos, riscos, oportunidades, retornos, vantagens e desvantagens e escolher aquela que puder maximizar a felicidade e minimizar o sofrimento das partes interessadas.

Que arriscado seria investir em projetos sem prudência?

De fato, não é disso que trata essencialmente a Análise de Negócios?

4.     A boa fé

Agir de boa-fé é agir de maneira sincera, autêntica, verdadeira. É o oposto da má-fé, que age com a intenção de enganar, manipular, explorar. Das virtudes, esta é a única que vejo, mesmo que discretamente, relatada no BABOK. Lá ela é apresentada como parte das Competências Fundamentais com o nome de Características Comportamentais (Capítulo 8.2). Neste capítulo do guia são descritas a Ética e a Confiabilidade. Para que alguém consiga atuar como analista de negócios é preciso que as partes interessadas lhe confidenciem seus problemas, dificuldades e fragilidades na confiança de que estas informações serão utilizadas da melhor forma possível para trazer-lhes resultados positivos em direção à solução de seus problemas. Por isso é importante conquistar a confiança. Digo “conquistar” porque confiança não pode ser decretada ou atribuída. Mas como? Quem é merecedor dela?

A resposta está na virtude da boa-fé. Ser de boa-fé é sempre dizer a verdade. Ou ao menos o que acreditamos que seja a verdade. É o que também se chama de sinceridade. O homem de boa-fé age sempre com postura ética e por isso é merecedor de confiança.

5.     A compaixão

De todas as virtudes, essa me parece a mais essencial ao praticante da Análise de Negócios. Se um profissional me procura e indaga sobre o que precisa para ter sucesso como analista de negócios, minha resposta é que é preciso ter compaixão.

Paixão é sentimento, sofrimento, alegria.

Com significa junto, somado.

Deste modo, quem tem compaixão é capaz de sentir junto com o outro. Compadecer é sofrer com o sofrimento do outro. Ter compaixão também pode significar alegrar-se quando o outro se alegra. Sentir o que o outro sente.

Em um projeto de criação de um novo produto ou serviço, se sinto compaixão pelos clientes ou usuários deste produto, consigo me colocar em seu lugar e entender com facilidade seus requisitos e luto por priorizar os mais importantes.

Se me coloco no lugar do investidor ou do patrocinador, sinto como se o dinheiro empregado em um projeto do qual participo fosse meu dinheiro. Desta maneira busco otimizar ao máximo o retorno, removendo custos (ou requisitos) desnecessários e investindo em busca do maior valor agregado.

Se me vejo no papel da equipe do projeto (desenvolvedores, engenheiros, testadores) fica claro para mim a melhor maneira como as especificações de requisitos devem ser representadas para que possam ser entendidas com facilidade e sem ambiguidade e assim facilitar o trabalho no projeto.

Para o praticante da Análise de Negócios, essa virtude pode suprimir todas as outras 4. Não no sentido de que as outras não são mais necessárias, mas pelo contrário, no sentido de que são alcançadas naturalmente pela compaixão. Colocar-me no lugar do outro é um extremo exercício de humildade, pois coloca o ponto de vista do outro acima do meu próprio. Buscar a melhor forma de comunicar o que faço é buscar a simplicidade. Encontrar a solução de maior valor para diminuir o sofrimento e aumentar a alegria de quem compadeço é justamente o exercício da prudência. E por fim, se me coloco na posição do outro, se me preocupo de fato, se me importo, como não agir de boa-fé.

A compaixão nos permite olhar o contexto com a visão das diversas partes interessadas em uma mudança, entendendo a fundo as necessidades e propondo as soluções que maximizem os resultados.

Conclusão

Embora as virtudes a princípio não tratem de atividades práticas ou mesmo de conhecimentos ou habilidades, desenvolvê-las é essencial para poder agir com excelência. É possível aprender uma virtude. Para isso, em princípio copiamos a forma de agir de quem a tem ou buscamos fazer aquilo que se espera de quem a tenha. Com o passar do tempo, esta forma copiada torna-se a nossa própria forma de agir. Assim nos tornamos virtuosos.

A Análise de Negócios virtuosa é baseada na humildade, na simplicidade, na prudência, na boa-fé e principalmente na compaixão.

Palestra ministrada em março e abril de 2013 sobre as tendências da disciplina de Análise de Negócios e do IIBA.





Assuntos abordados na apresentação:

  • Tendências da Análise de Negócios e do IIBA®
  • Arquitetura Corporativa x Arquitetura de Negócios
  • (Processos, Regras, Requisitos) de Negócios
  • A evolução da profissão do Analista de Negócios
  • Diferentes papéis na Análise de Negócios
  • O Analista de Negócios na Classificação Brasileira de Ocupações
  • Guia BABOK® 3.0
  • O Capítulo São Paulo do IIBA® – de onde viemos e para onde vamos?

  • Esta palestra traz também conceitos discutidos no evento que ocorreu em Fort Lauderdale entre os dias 30 de outubro e 02 de novembro de 2012, Building Business Capability® (BBC 2012) que uniu fóruns de profissionais de 5 grupos diferentes:

  • Análise de Negócios
  • Arquitetura de Negócios
  • Regras de Negócios
  • Processos de Negócios
  • Estratégia e Transformação de Negócios
  • Especialistas sobre cada um destes assuntos compareceram para apresentar seu ponto de vista sobre como estas disciplinas estão se desenvolvendo e se conectando.

    O IIBA® (Instituto Internacional de Análise de Negócios) é um dos organizadores do evento e aproveitou a oportunidade para realizar uma série de debates sobre o futuro da Análise de Negócios, a carreira dos profissionais praticantes desta disciplina, as práticas e a maturidade dos capítulos pelo mundo e apresentar um pouco mais sobre a nova versão do Guia BABOK ® (ainda em desenvolvimento).



    BACCM – Business Analysis Core Concept Model (Modelo de Conceitos Centrais da Análise de Negócios)

    A pergunta que eu fiz para os especialistas e as respostas que eu mesmo tive de concluir

    [artigo originalmente publicado no Building Business Capability 2012 Conference Newsletter, Nov, 2012]

    BACCM

    Nesta segunda-feira [29 out 2012] na Conferência Building Business Capability (BBC 2012 em Fort Lauderdale, Flórida, EUA) Alec Sharp, um dos palestrantes, apresentou o uso da técnica de Modelagem de Conceitos para a Análise de Negócios (uma visão mais alto nível da modelagem de dados). Pedi para que ele relacionasse o assunto com algo que eu havia visto no dia anterior, apresentado por Kathleen Barret e Julian Sammy do Instituto Internacional de Análise de Negócios  (IIBA™): o Modelo de Conceitos Centrais da Análise de Negócios (BACCM™), algo que redefinirá a própria definição de Análise de Negócios no Guia BABOK 3.0.  (mais informações em The Business of Business Analysis, by Julian Sammy).


    Alec nunca havia ouvido sobre o BACCM™, mas disse que poderia falar sobre isso comigo no intervalo. Quando chegou a hora eu fui até ele, mas ele estava conversando com ninguém menos que John Zachman, o criador do mais famoso Framework de Arquitetura Corporativa (mais informações em www.zachman.com/). Aproveitei a oportunidade e pedi ao John que também relacionasse seu Framework com o BACCM™. Mr. Zachman disse-me que ele também não conhecia o modelo. Desta forma se tornou meu dever apresentar o que eu havia recém aprendido sobre o modelo do IIBA™ aos especialistas, para que eles pudessem responder às minhas perguntas. Peguei o modelo a partir do material que recebi no dia anterior e expliquei-lhes os conceitos que o IIBA™ está propondo como abordagem central para definir Análise de Negócios.

    Fabrício Laguna com John Zachman e Alec SharpDe primeira, Alec viu o BACCM™ e supoz que a técnica de Modelagem de Conceitos que ele estava apresentando seria usada exclusivamente para modelar soluções (o conceito do modelo: solução). Me arrisquei e sugeriu algo diferente: a técnica de Modelagem de Conceitos pode ser vista a partir de todas as perspectivas dos seis conceitos fundamentais. Podemos usar uma técnica de Modelagem de Conceitos para entender o contexto de uma organização. Com base nisso, podemos identificar suas necessidades e propor algumas mudanças que vão criar um novo Modelo de Conceitos da solução. Pode ser necessário priorizar a mudança e, para isso, será necessário avaliar o valor de cada uma das entidades do modelo conceitual para cada stakeholder. Ele gostou e aprovou o meu ponto de vista.


    Depois eu tive uma resposta de John Zachman. Em seu ponto de vista, todos os modelos, incluindo o BACCM™, são apenas compostos formados pelos elementos (células) do seu Framework de Arquitetura Corporativa (a Ontologia) e devem ser entendidos e explicados com base nos termos e na estrutura desse Framework. Como a Tabela Periódica oferece uma linguagem comum para entender a Química, o Framework de Zachman pode fornecer a linguagem comum para compreender todos os modelos de negócios existentes.

    Sendo assim, eu teria que encontrar por mim mesmo uma resposta para relacionar cada conceito central do BACCM™ com o Framework de Zachman™. Fui dormir e acordei no meio da noite com essa idéia:

    • Necessidade: representa a segunda linha do Framework de Zachman™. A visão do dono sobre a Organização. Ou seja, onde os requisitos são definidos.
    • Solução: representa a terceira linha do Framework de Zachman™. A visão do designer, onde os modelos de sistema são definidos.
    • Partes Interessadas: A coluna de Atribuições de Responsabilidades. Responda as perguntas sobre o “Quem”.
    • Valor: A coluna de Intenções / Motivação. Responda as perguntas sobre o “Por quê”.
    • Mudança: Esta deve ser a terceira perspectiva do Framework de Zachman™. A que considera as diferentes versões da arquitetura corporativa. Como visões “AS-IS” e “TO-BE”.
    • Contexto: Tive alguma dificuldade para encontrar uma resposta para isso. Mas eu encontrei algumas linhas realmente finas no Framework de Zachman™ que conectam elementos entre diversas células da matriz. Estas linhas representam as relações entre os elementos. Eu acredito que contexto possa ser isso. Ou talvez, o contexto é a Arquitetura Corporativa como um todo.

    Eu não estou certo de que minhas conclusões estão corretas, ou mesmo se uma única resposta correta existe para minhas perguntas, mas eu estava realmente feliz por ser capaz de falar com os especialistas e por pensar em todos esses conceitos apresentados no Fórum BBC 2012.

    Meus sinceros agradecimentos ao comitê organizador e a todas as pessoas que trabalharam para o sucesso deste evento.

    O Projeto do Sultão é uma fábula criada por Fabrício Laguna para apresentar, de maneira lúdica e simples, como conceitos de várias disciplinas se complementam no processo de solução de problemas.

    Neste vídeo de aproximadamente 4 minutos, disciplinas como Análise de Negócios, Gerenciamento de Projetos, Análise de Sistemas, Gestão da Qualidade e Gestão de Mudança são relacionadas para mostrar como um projeto pode trazer retorno do investimento alinhando-se às reais necessidades dos clientes.



    Fabrício Laguna (CBAP, PMP, MBA) é consultor e instrutor de treinamentos pela Gigante Consultoria. É reconhecido por tornar fácil e leve o aprendizado, mesmo de temas que inicialmente se mostrem complexos.


    No dia 30 de maio de 2012 empresas pioneiras no uso de conceitos e técnicas de Análise de Negócios compartilharam suas experiências e aprendizados. Participaram:

  • Telefônica Vivo
  • Bicbanco
  • Banco do Brasil
  • Serasa Experian
  • Instituto do Câncer de SP
  • Palestrantes da 2a Conferência de AN do IIBA SP

    Como presidente do IIBA Capítulo São Paulo, Fabrício Laguna fez a abertura da Conferência explicando conceitos de Análise de Negócios de forma lúdica.

    Apresentou o IIBA, o Capítulo São Paulo e suas iniciativas.

    Para incentivar o network entre os envolvidos, coordenou uma dinâmica a partir de uma provocação com uma cena do filme "Como enlouquecer seu chefe". Participantes de diferentes empresas trabalharam juntos para discutir como a Análise de Negócios pode gerar valor nas empresas. O resultado foi relacionado às áreas de conhecimento do Guia BABOK.


    Dinâmica com o BABOK
    Fabrício Laguna na 2a Conferência de AN IIBA SP

    Veja o material utilizado por Fabrício Laguna:

    Para ver um resumo da conferência e acessar o material dos demais palestrantes em PDF, acesse o resumo da Conferência escrito por Fabrício Laguna no site IIBA.ORG.BR.

     

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